terça-feira, 25 de agosto de 2009

vidArbo

Uma Queda à Terceira Parte (De vidarbo) do Introdução ao método biografemático, de Sandra Corazza.

(Leitura de Marcos da Rocha Oliveira, Seminário Avançado Introdução ao método biografemático, PPGEDU/UFRGS.)

VidArbo Uma Queda (UQ) céu acima. UQ fende vida e obra. Abismado por UQ o leitor, definido no artigo cômodo, é fendido na queda. O “A” que liga vidA obrA é o plano escorrente. Obra inversa, Arbo, obra in-versada. A escrita de vida, verso vital, reverso do fácil dizer, de blablá contar. Honraria de ler, com amoroso gesto. Gaguejar a mão do escritor. Mão Gaguejante, o homo joyciano, HCE, O Homem a Caminho Está. UQ é inventação. Cria a gagueira do gesto escritural que quedou numa UQ. Que como kamiquase afirma escrita inventa vida. Mas quase. Nada antes, nem obra a vida a obra explica. O “A”, maiusculado na UQ que aqui sobe a grafia marca vidArbo. Fenda na marca, a marca fenda. O escritor cria o marco quando lê. Inventa sua fenda no mundo de vida. Aquela da obra a vida explica. Assim o “A” marca uma reversão da terra e céu: o mínimo é o ponto superior, as epifanias; a voz da possessão que é o pleno do sentido minima. Na terrosa a linha terrorífera para os fáceis, abertura que UQ cria no sentido. O abismo nas pernas abertas do “A” maiusculado em vidArbo. Que come é terra, não divinéia. A divinália toda fica lá, na vida pela obra e na obra pela vida. Lá. Céu acima dos húmus, no código entre os iguais, os deuses, dialogantes de generalidades. Só. Lá. As pernas de vidarbo são de copulagens e fricções. A abertura ao grande aberto, aquém de sensos, na esteira de toda significação. A abertura na terrosa linha, na vida de um homem que a caminho está. UQ nos faz escritores em árias inóspitas, de fáceis só tropeços, de ferinas gentedeletras que marcham inversadas e inventadas. Com o vento que corre entre as hastes do A vidarbado, brada um traço, antes do todo abismo, diz do inventalinguar. Em vidArbo o povo, HCE, delira uma fantasiação. O traço entre trastes é concreção biografemática. Em UQ vidarbo se faz e o reles vai à sina. O insignificante produz o rasgo de significação. Inventalínguas cria vida. Prolifera a voz vociferante da beliciosa terraria. No cio humoroso UQ se mostra. O traço entre trastes que se impede de puro Deus e pura devoração terrificinante é UQ. Com UQ esmigalham-se as coordenadas. Tempespaço no nó da linha cortante. Eixos são a verdadeira vida venal. Vidarbo nada com isso. As hastes do A movem-se como as pinças mínimas para a catação. O que catado é estraçalha as pontes entre céu e terra. Céufogoágua. Cenafórica palavra iniciante. No fechabre do A vira o leitor e sua sina enfática. O grau de UQ. Vidarbo, literatura de testemunho, estilo bíblico, estilo homérico. A inversão que inscreve o leitor como quem escreve põe-no como contador ou inventador. Criador ou testemunhante. Língua-lábio unificador ou hemilabiante gaguélico. UQ de vidArbo céu acima é puro pó. De UQ em Finnicius Revém escritas de vida pós-utópicas. VidArbo UQ num lance galático. Os trastes meros e indispensáveis formantes. Lance de traços abismais. De vidArbo névoas de Uma Queda. Luciferino trato. Cria um Cair um Cria. Com cem letras ribomba a palavra trovão primeira. (bababadalgaraghtakamminarronnkonntonnerronntuonnthunntrovarrhounawnskawntoohoohoordenenthurnuk!) O Homem a Caminho Está. UQ queremos. Biografólogos: a caminho estamos – em queda.

24082009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

babel transcriada - HC







Por isso S chamou-se por nome S Babel SS
pois lá S babelizou Ele-O Nome S
a língua-lábio de toda a terra SSS
E de lá S dispersou-os Ele-O Nome SS
sobre a face S de toda a terra



sábado, 1 de agosto de 2009