sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

carnação fantasmática

pináceas zimbrórias solertam os imagifícios do faunomen aliteratado
acuna! acuna Sumé – trigramas arphálticos: os corpináceos ramam em
fileirados de cadeirinhas na rotatória perimetral – al gravia vitae as
trosa, Shaun: denotae asnus em trevado, Shem
zimbro deste lado deslindado fitântrico ai ai ai as
trígero – tuas ninfas, sebadas, ex tu atoleimado
fragmen favas tricórnio edulcorado nemnada às
flátulas, recreadas sensimesmado num to
co ex foliante do cuspe poroso aturdido nos catarríneos
al grafiados cum(mé) perninhas cam botas de hojeamanhãontem antrecambados baratedos – en mis manos ex mais barata: sina feza
ossomoagem carcaçada na tigela de pelemoagem
quebranto de epi ventanias austrais com camaradas fantasmistifísicos
num nu, sim!tilâncias! polilendo na superfície asfáltica do textagora
o fedor da fé profundalta num só – gangrenagem do universalis: denotatio jegae
iauaretês urram homenmoendahomenmoagem ex
traçoado na eira dundia matungo haroldiano exz
trelado gagobêbado babelbêbado de lolós qual
querum carrodeboi carlosgomeado, mugunzá flambado na ponta de dio
níso, no pé da pon te dilúvio, malabaredas trescentavos
sândaloalabastros num catambá em tropel tremeluzindo o lucil
uzir suarento de pára-brisas geladinhos escuros de medo negro o hom
em branco do olho do medo branco umidoscuro perime a casin
in travessias nas ruelas tênias de ralinhos esgotescrotos ah
pixumas! rorejantes vertigens de pele plin gotejando in trufinhas de ex
trelaz carreiradas phinnn una gnose pneumática ã-hã rolorolando un bin
bomba num coeur cosmonauta